arquivo | fevereiro, 2015
Presidenta Dilma Rousseff e ex-ministro Antonio Patriota(Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Uma breve análise da Política Externa do primeiro Governo Dilma (2011 – 2014)

Por Mariana Maia Ruivo* Nas eleições de 2010, era eleita Dilma Rousseff, a primeira mulher para a Presidência da República. Candidata da situação, com o apoio do então presidente Lula, o país continuaria sendo governado pelo Partido dos Trabalhadores. Tudo indicaria que não haveria mudanças drásticas, nem rupturas em relação ao governo anterior, inclusive, na […]

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O homem que amava os cachorros: perspectivas sobre o comunismo

por Felipe Freller* Um dos interesses do excelente romance histórico O homem que amava os cachorros, do escritor cubano Leonardo Padura Fuentes, recém-publicado no Brasil pela Editora Boitempo, reside na apresentação de três perspectivas históricas diferentes sobre a experiência do comunismo no século XX. Por perspectiva histórica, estou entendendo menos uma interpretação coerente e sistemática […]

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Carnaval de ontem e de hoje: segregação e integração

“Hoje eu vou sambar na pista, você vai de galeria Quero que você me assista na mais fina companhia Se você sentir saudade por favor não de na vista Bate palma com vontade Faz de conta que é turista” Chico Buarque – Quem te viu Por Veridiana Domingos* O tema da redação da FUVEST[1] deste […]

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Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil

Os caminhos da direita

Por Caetano Patta* Apenas um mês de segundo mandato de Dilma Rousseff já foi o suficiente para fortalecer a certeza de que os modelos de governabilidade e desenvolvimento que, nos últimos anos, garantiram estabilidade institucional, apoio popular e crescimento econômico, altos lucros e inclusão social estão esgotados. O cenário é delicado e de profunda depressão […]

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O aperto de cintos é necessário para que o Brasil volte a crescer

Por André Bueno Rezende de Castro* Com a nomeação de Joaquim Levy, um economista de linhagem ortodoxa e PhD pela University of Chicago, para o Ministério da Fazenda, muitos analistas político-econômicos interpretaram tal decisão da presidenta Dilma Rousseff como uma de duas possibilidades: ou o Palácio do Planalto cedeu aos “ditames do mercado financeiro” ou […]

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