Clipping da Semana

Estádio Mané Garrincha, nos traços do arquiteto e desenhista André Chiote. Mais: http://cargocollective.com/andrechioteillustration

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POLÍTCIA e SOCIEDADE

Volume útil do sistema Cantareira pode chegar a zero antes do fim da Copa: a falta de chuva fará com que todo o sistema passe a operar exclusivamente com o chamado volume morto, que por sua deve ser suficiente para, no máximo mais que 100 dias de abastecimento. (SpressoSP)

Quem tem medo da sociedade civil: ação negativa a Política Nacional de Participação Social, é uma tentativa de conter o avanço de uma democracia participativa no Brasil. Esta tentativa busca proteger os interesses daqueles grupos sociais que, historicamente, já tem acesso privilegiado ao Estado, porém é apresentada ao público como defesa do princípio da separação dos poderes. (Outras Palavras)

A falsidade das redes sociais:  Toda a gente vai comer fora, toda a gente está feliz, toda a gente tem dinheiro…pelo menos é o que se vê nas redes sociais. Este vídeo mostra que nem tudo o que se vê é realmente o que está a acontecer do outro lado. (Adtarrio)

A torcida brasileira é ridícula. A seleção precisa se acostumar: O que temos são estádios repletos de não torcedores com ingresso. Muitos não compreendem que futebol não é diversão, mas drama, e que apoiar o time mesmo nos momentos mais sofridos é a primeira cláusula do contrato que você assina na infância quando adota um clube, e que serve também para a seleção, para quem escolhe torcer por ela, em especial em uma Copa do Mundo.  (Esporte Fino)

O secretario Grella e a criminalização de Fábio Hideki Harano: Depois de ter sua prisão forjada por policiais civis ao final do 11º ato Se Não Tiver Direitos, Não Vai Ter Copa, Fábio Hideki Harano  passou a ser acusado de “líder dos black blocs” pelo Secretário de (in)Segurança do Estado de SP, Fernando Grella. Mais absurdo do que apontar líder para uma tática — e não um grupo organizado — é classificar Fábio como essa temível figura que só existe no imaginário de desgovernantes, juízes e jornalistas canalhas. (GGN)

Dilma, a vaia e o feminino: O risco dessa disputa rasteira, com olhos na eleição logo ali, é que se deixa de pensar seriamente sobre os sentidos do que é o Brasil hoje. E até mesmo sobre os significados das vaias e xingamentos. Tudo é reduzido a slogans publicitários, chapinhando propositalmente em poças d’água. (El País)

Bolsonaro, Feliciano e Dr. Rey alinhados no discurso do PSC:

Vaia ao Hino do Chile: a torcida brasileira que nos envergonha: Entendo que, em bando, os seres humanos não raro ficam mais idiotas. Isso é facilmente comprovável, por exemplo, por algumas torcidas organizadas que compensam suas frustrações cotidianas e reafirmam identidades de forma tosca através da violência.  (Uol Opinião)

Quem vai adotar os vira-latas? A Globo não diz quem alimentou o pessimismo e o noticiário negativo sobre o Brasil nos dias que antecederam o início da Copa do Mundo. De repente, ninguém sabe, ninguém viu quem estimulou o espírito de porco e quem animou o complexo de inferioridade a se manifestar. (Observatório da Imprensa)

O mais importante plano da história da educação brasileira: Aprovado pelo Congresso, sua missão será a de definir metas para, nos próximos dez anos, colocar a educação brasileira no patamar dos países desenvolvidos. Junto com a Lei do Pré-Sal – maior obra do governo Dilma – cria as bases para o mais importante salto de educação da história do país. (GGN)

Pressão de moradores retira do Plano Diretor moradia popular em área nobre: Moradores de bairros nobres da capital paulista pressionaram e conseguiram retirar do Plano Diretor a marcação de terrenos para moradia popular em áreas como Vila Nova Conceição, na zona sul, e Alto de Pinheiros, na zona oeste. Oficialmente, o veto a conjuntos habitacionais ao lado de imóveis de alto padrão é explicado pelo preço do m² nessas regiões. (Estadão)

Bob Fernandes: Enquanto rola a Copa, suruba na Política

 

ECONOMIA

A indústria encalhada: Atingida por três quedas trimestrais consecutivas do valor agregado, de -0,1%, -0,2% e  -0,8% entre outubro de 2013 e março deste ano, sofreu mais um baque. Em abril, a produção industrial brasileira recuou 0,3% comparada à de março, segundo o IBGE. (Carta Capital)

A economia dos EUA sofre uma contração de 2.9% entre janeiro e março: A virada é ainda maior frente aos 2,6% de crescimento no final de 2013. Em todo caso, o dado é publicado com o segundo trimestre terminando, ou seja, é um dado passado e não vai afetar a estratégia monetária do Federal Reserve, que há apenas uma semana decidiu reduzir por quinta vez o ritmo de compra de papéis da dívida. (El País)

A geração de empregos entra em marcha lenta no Brasil: “A balança comercial, a produção industrial e a intenção de consumo das famílias, por exemplo, apontam para a mesma tendência de queda”, diz Guilherme Dietze, economista da Federação do Comércio do Estado de São Paulo. “Diante desse cenário, as empresas assumem uma postura mais defensiva”, explica. (El País)

Está na hora de rever a relação do governo com montadoras? O que surpreende é que, ainda hoje, a produção de automóveis se beneficie de tantas proteções e ajudas, quando há muitas outras opções de setores que merecem atenção dos formuladores de política industrial e estão claros os custos sociais de se privilegiar o transporte individual sobre o coletivo. (BBC)

Investimentos têm efeito multiplicador na economia brasileira: a que a inflação no país está sob controle, com quadro de acomodação dos preços a cada mês, e os resultados primários (economia para pagamento de juros da dívida) são suficientes para manter a trajetória declinante da dívida líquida brasileira. (EBC)

MUNDO

A requisite for the success of popular diplomacy: The control of foreign relations by modern democracies creates a new and pressing demand for popular education in international affairs. When the difficult art of regulating the conduct of nations toward each other, in such a way as to preserve rights and avoid offense and promote peaceful intercourse, was left to the foreign offices of the world the public in each country could judge policies by results, and, in the various ways by which public opinion expresses itself, could reward or punish the success or failure of government. (Foreign Affairs)

As potencias redesenham o mundo: A negociação de um grande mercado transatlântico (GMT) entre os Estados Unidos e a União Europeia confirma a determinação dos liberais em transformar o mundo. Mobilizar tribunais a serviço dos acionistas e alçar o sigilo ao posto de virtude progressista… sua criatividade não conhece limites. (Le Monde Diplomatique)

Chinese Garden diplomacy: Economic historians, an unromantic bunch, see a peace-offering to a rattled American superpower, presented at a moment when Japan’s rise inspired something like panic. Today the garden is a shady oasis, thronged at weekends by Hispanic families filming themselves by its carp-filled pond. (Economist)

Human Rights Group locates ISIS massacre site in just two weeks: in an incredible piece of detective work, Human Rights Watch has, in part, verified the heinous claims. In a report released Friday, Human Rights Watch pinpointed the exact location in which the images were taken. Corresponding satellite images show ground disturbance that apparently matches what the area would look like if mass graves had been dug and heavy vehicles — as seen in images posted by ISIS — had been driven there there. (Foreign policy)

Can the BRICS avoid the “Power South vs. Poor South” Dynamic? Bridging the gap between the Global North and Global South was one of the key ambitions when global leaders created the G20 in response to the global financial crisis of 1997-99. In the same way, supporters of the BRICS and IBSA groupings have often argued that such outfits would strengthen the voice of the developing world in global affairs. (Post Western World)

Association Agreements Roundup in EU:

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