Adentrando Veredas Afora

rio corte (1)

Não é o viajante quem faz

seus caminhos,

são os caminhos que fazem o viajante.

Que em cada lugar por onde caminhado

se insere,

como se ali sempre vivera fosse.

Se desconectando do pesado Eu

que tira das costas

para

apenas

pelo tempo que for

Ser o lugar.

Mas

ao partir,

carga-se novamente de Si

já não sendo, porém

o mesmo quem chegou.

Pois por mais passem

tempo e caminhos

o verdadeiro viajante jamais deixará

de ser parte de todos os lugares que Foi,

donde pedaços para si incorpoguardou

E fragmentos de seu Ser deixou

formando rastro de Si.

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Categorias: Entremundos

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2 Comentários em “Adentrando Veredas Afora”

  1. 30/06 às 18:09 #

    doidera, poesia de ser e de deixar-se(r). gostei muito de ver o viajandeiro nas entrelinhas.

    • Rodrigo Zalcberg
      08/07 às 18:44 #

      Obrigado Sid, de verdade!

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