Clipping e charge da semana

Relação custo benefício. De Caetano Patta

Relação custo benefício. De Caetano Patta

CULTURA E HUMOR

Deputado come fatia de pizza fria atirada por manifestante: Em reação considerada histórica, Simplório puxou um sachê de ketchup e tascou uma mordida. “Tá fria”, comentou, de boca cheia, enquanto perguntava se havia champignon ou calabresa apimentada. (Piauí Herald)

O negro e o macaco: Não pode haver disparate maior – e, se bem olhado, racista – do que achar que, num continente gigantesco e diversificado como a África, todos os negros são iguais e, mais bobamente ainda, irmãos. Irmãos em Cristo e, assim mesmo, se não forem muçulmanos. (João Ubaldo Ribeiro)

Lançamento do filme 3D de Snoopy previsto para 2015: 2015 marca o aniversário de 65 anos da tirinha do Minduim, ou Peanuts, que tem o Charlie Brown e o Snoopy como protagonistas. Além do aniversário, está planejado o lançamento do filme em 3D da trupe desenhada pelo já falecido Charles Schulz. (Cmais) 

POLÍTICA E SOCIEDADE

Pesquisa descarta vitória de Dilma no 1º turno, mas método beneficia tucano: O levantamento coloca a petista com 35% das intenções de voto, seguida pelo senador mineiro Aécio Neves (PSDB), com 23,7%, e pelo ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), com 11%. Como os adversários de Dilma têm juntos 34,7% dos votos, a eleição só seria decidida no segundo turno. (Carta Capital)

Metodologia de pesquisa beneficia pré-candidato tucano: Em vez de entregar aos entrevistados um disco com os nomes dos candidatos à Presidência dispostos em forma circular, o instituto usou uma lista em ordem alfabética – com Aécio Neves na primeira posição. (Estadão)

Crise da água em SP expõe falta de planejamento:  Apesar de toda essa situação crítica, o governo paulista suspendeu o aumento de preços e criou um sistema de punição para quem aumentar o consumo. Oito milhões de pessoas vivem, na prática, um racionamento. (O Globo)

A realidade que não cabe no jornal: O que essa grande mídia e seus ingênuos ou cúmplices trabalhadores da notícia não perceberam é que público é também uma questão numérica, quantitativa. E que a realidade objetiva dos muitos sem nada que precisam ser vistos está progressivamente invadindo a ficção (inclusive jornalística) dos poucos que não querem ver. (Observatório da Imprensa)

O aborto da fogueira eleitoral: Parece que a visão medieval que localiza no corpo das mulheres a morada de todos os perigos continua atual. Inclusive para políticos em campanha. Enquanto isso, mulheres reais morrem porque, quem tem o dever de debater e promover políticas públicas para assegurar seus direitos fundamentais, chantageia com suas vidas. (El País)

Diversidade sexual no país tem convivido com a intolerância: Garantir o sucesso da parada é um compromisso com a promoção dos direitos humanos. Acima de qualquer investimento, nada superará o valor da vida humana e o fim da homofobia. A São Paulo que queremos tem amor de todas as formas, é livre da homofobia e garante os direitos humanos de todas e todos. (UOL Opinião)

CIDADES

Crise de moradia e insensibilidade do legislativo municipal: Manifesto de urbanistas e professores universitários sobre as manifestações na Câmara Municipal em defesa do substitutivo do PDE do município de São Paulo. (Cidade para quem)

Aprovação do Plano Diretor de São Paulo em primeira votação: “Não consigo entender bem como as pessoas reclamam do trânsito, da cidade não ter suficiente verde, suficiente habitação popular…E não percebe que tudo isso decorre de uma falta de planejamento de uma longa data para cá” (Cmais)

ECONOMIA 

Balança comercial tem superávits de 506 milhões em abril: No acumulado janeiro-abril de 2014, as exportações apresentaram valor de US$ 69,312 bilhões. Sobre igual período de 2013, as exportações registraram retração de 1,8%, pela média diária. (GGN)

Renda e desigualdades: Nunca houve “milagre brasileiro”. Essa é uma expressão inventada pela oposição, que não acreditava e continua não acreditando no Brasil. O que aconteceu nos períodos de maior crescimento do século XX foi que os brasileiros tinham confiança nos governos e trabalharam duramente para conseguir uma melhora importante no desenvolvimento econômico. (Carta Capital, Delfim Netto)

(Interview) Yide Qiao, Reminbi liberalization and China’s economic challenge: At the beginning of the year George Soros said that China’s economy might be the crisis of 2014. This sentiment took hold in the financial markets, helping to trigger the break in emerging market currencies and stock markets in January and early February, which had a contagious effect on the global financial market as a whole. (New Economic Thinking)

(Book review) Capital Punishment, why a global tax on wealth won’t end inequality: Every now and then, the field of economics produces an important book; this is one of them. Thomas Piketty’s tome will put capitalist wealth back at the center of public debate, resurrect interest in the subject of wealth distribution, and revolutionize how people view the history of income inequality. (Foreign Affairs)

MUNDO

A ofensiva de Kiev leva a guerra ao leste: Não podemos garantir sua segurança. Não vamos impedir que passem, mas não nos consideramos responsáveis pelo que for acontecer. Se querem continuar vivos, não vão a Kramatorsk, é muito perigoso. /El País)

O Brasil e a reforma da ONU, um sonho impossível? O Brasil só vai entrar no Conselho se o mundo concordar com um pacote de reformas que inclui outros países, mais notavelmente dois países africanos. Convencer nações africanas que pedir poder de veto é irreal é apenas um dos inúmeros desafios que precisam ser abordados. (Brasil Post)

The return of geopolitics: So far, the year 2014 has been a tumultuous one, as geopolitical rivalries have stormed back to center stage. Whether it is Russian forces seizing Crimea, China making aggressive claims in its coastal waters, Japan responding with an increasingly assertive strategy of its own, or Iran trying to use its alliances with Syria and Hezbollah to dominate the Middle East, old-fashioned power plays are back in international relations. (Foreign Affairs)

A president lying to the American People, and to himself: Five years in the White House have not made him less introspective: earlier this year, he told David Remnick of the New Yorker that “there’s going to be tragedy out there and, by occupying this office, I am part of that tragedy occasionally,” but that he believed that “at the end of the day” he would make things “better rather than worse”. (Foreign Policy)

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Categorias: Charges, Clipping

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